Esse belo carisma Autêntico já mudou a história da vida de milhares de pessoas e três estados, 12 cidades (Varjota, Sobral, Alcântara, Meruoca, Forquilha, Acarau, Fortaleza, Olinda, Belém, França e Medjugorje, além de Cruz e Pacuja),16 paróquias e 6 dioceses!
Não estamos falando de uma instituição que caiu de paraquedas na evangelização do mundo, mas de um carisma autêntico, provado e que a cada dia vai crescendo no entendimento da sua própria identidade.
Certo dia, a nossa fundadora foi questionada em um encontro de fundadores sobre qual seria carro chefe da evangelização da comunidade Rainha da Paz.
Após perguntar a Deus e de servir Chegamos à conclusão de que o carro chefe da nossa evangelização é a adoração.
A nossa evangelização passa pela minha experiência pessoal com Jesus eucarístico, algo que está descrito nos nossos estatutos e devido a essa Intimidade, o nosso ponto forte de evangelização é adoração.
Ao responder primeira pergunta sobre qual o carro chefe da nossa evangelização (Não quer dizer que só evangelizamos através da adoração, o que entendemos que é o nosso ponto forte, pois evangelizamos com a nossa essência)
Mesmo respondendo a essa primeira pergunta temos uma segunda pergunta a ser respondida: Como deve ser a nossa evangelização?
Os nossos estatutos vão nos apontar para uma informação também já bem difundida no nosso meio, evangelizamos exercendo Maternidade Espiritual
Do dia 1 de janeiro de 2000 ou então papa Francisco Apresentava ao mundo o termo órfão Espiritual. Aquela oportunidade dizia que a humanidade sofria de orfandade espiritual e que o mundo precisava de mães.
Aquela fala da igreja vem de encontro a nossa missão de evangelização. Observe não se trata apenas do anúncio do Evangelho, da pregação, Dos congressos Mas refere-se a cuidar de pessoas.
Estamos a falar de ovelhas que precisam ser cuidadas! Não só Fora dos muros do centro de formação, mas principalmente Dentro dos muros do nosso aprisco.
Logo Uma das formas mais acessíveis de exercer a maternidade espiritual do carisma é pastoreando pessoas Independente do serviço, ministério, projeto Que a pessoa esteja exercendo
Temos Pela graça de Deus Uma excelente estrutura de funcionamento da comunidade. Temos um organograma bem definido. Temos irmãos que foram designados para cuidar um dos outros no exercício da sua maternidade num ministério onde foi designado.
Precisamos crescer no cuidado Com aqueles que Deus nos confiou, os nossos irmãos de ministério
Para entendermos a necessidade e a importância e a dimensão do que estamos a Rezar nessa noite de hoje, Precisamos olhar para o perfil da ovelha
Sim, não falaremos do perfil do pastor ou mãe, mas falaremos do perfil de quem deve ser cuidado!
Se eu não gosto da ideia de me colocar Como ovelha só Prova que você será um péssimo pastor, por consequência uma péssima mãe!
Só pode ser mãe quem antes foi filho!
Somente quem experimentou o amor de Deus através de um irmão, Verdadeiramente Dará a sua vida para cuidar da vida de outra pessoa.
Pessoas que buscam apenas o desejo de mandar, governar, coordenar nunca serão felizes plenamente e mesmo que um dia sejam, não será sustentável. Sem falar que não produzirá frutos. O bom servo é o que serve. O bom líder é o que dá sua vida pela ovelha Enquanto Não cuidarmos de pessoas nunca seremos fiéis ao nosso chamado
Temos hoje uma geração de pessoas que são mais frágeis, mas não aceitam isso!
Isso se reflete também no meio dos líderes!
Gente que quer cuidar de pessoas, mas não se deixam cuidar!
Preferem fazer as coisas do jeito delas sem dar satisfação a ninguém!
Parábola da Ovelha “Sem Cerca”
Havia uma ovelha chamada NÓIA. NÓIA era forte, tinha a lã branca e um espírito que ela chamava de “livre”, mas que o Pastor chamava de “temerário”.
Enquanto as outras ovelhas do rebanho se contentavam em pastar onde a grama era segura e em descansar sob o olhar atento dos pastores auxiliares, NÓIA olhava para o horizonte.
Ela detestava o som do cajado batendo no chão. Para ela, aquele som não era proteção, era controle. “Por que preciso dizer para onde vou? Por que esse Pastor insiste em me cutucar sempre que chego perto da borda do precipício?”, ela balia para as outras.
Certo dia, aproveitando uma névoa que baixou sobre o vale, NÓIA viu sua chance. O Pastor estava ocupado cuidando de uma ovelha ferida, e os auxiliares estavam organizando o aprisco. NÓIA não correu; ela simplesmente caminhou para fora. Sem cajado, sem avisos, sem “olhares vigilantes”.
A primeira hora foi inebriante.
Ela comeu flores silvestres que nunca tinha provado. Ela bebeu de uma poça de água parada que parecia deliciosa, ignorando que o Pastor sempre as levava para águas correntes para evitar parasitas. Ela se sentia a dona do próprio destino.
Mas o sol começou a baixar. E, com o escuro, o mundo que parecia vasto começou a parecer apertado.
Primeiro, veio a sede. Aquela água da poça começou a revirar seu estômago. Depois, veio o silêncio — um silêncio pesado que as ovelhas do rebanho nunca conheciam, pois sempre havia o som da respiração uma das outras e a voz mansa do Pastor ao longe.
NÓIA tentou voltar, mas percebeu que não tinha bússola. Ela se meteu em um matagal de espinhos. Quanto mais lutava para se soltar, mais os espinhos se prendiam em sua lã. Ela estava presa, sangrando e, pela primeira vez, vulnerável. No escuro, ela viu dois pontos amarelados brilhando: o lobo.
O lobo não atacou de imediato. Ele circulou, saboreando o fato de que aquela ovelha não tinha ninguém por ela. NÓIA tentou balir, mas sua voz estava rouca de medo. Ela percebeu, com um nó no peito, que sua “liberdade” era, na verdade, um abandono que ela mesma escolhera.
Justo quando o lobo se agachou para o bote, um som familiar cortou o ar. Não foi um grito, foi o som seco e firme de madeira batendo contra a rocha. *Pof. Pof. Pof.*
Uma luz de lanterna varreu o matagal. O lobo rosnou, mas recuou diante da silhueta alta que se aproximava. Era o Pastor. Ele não chegou gritando ou repreendendo. Ele simplesmente afastou os espinhos com mãos calejadas, ignorando os cortes que os próprios espinhos faziam em sua pele.
Enquanto ele a carregava nos ombros — pois ela estava fraca demais para andar — NÓIA encostou a cabeça no pescoço dele. Ela sentiu o cheiro do azeite e do suor. Ela percebeu que o cajado que ela tanto odiava era a única coisa que mantinha o lobo à distância.
Naquela noite, de volta ao calor do aprisco, NÓIA entendeu a lição:
O pastoreio não é uma prisão para quem quer ser livre, é um escudo para quem quer viver.
Ela descobriu que ser “livre” no deserto é apenas uma forma lenta de morrer, mas ser pastoreada é ter a garantia de que, mesmo em sua rebeldia, existe alguém cujo amor é maior que a sua teimosia.
“Assim como NÓIA precisava do calor do Pastor, cada um de nós é como aquele pintinho que precisa do calor das asas da mãe. O Responsavel Local é esse que, às vezes com o cajado, às vezes com o colo, garante que a sua vocação não morra de frio no matagal da autossuficiência.”
Nunca percamos a empatia com nossos formandos.
Muitas vezes, antes mesmo das palavras, o coração já demonstra cansaço, medo, insegurança ou necessidade de acolhimento. Formar não é apenas ensinar, corrigir ou conduzir; é também perceber o outro, respeitar seus limites e cuidar para que ninguém seja exposto ou ferido no caminho.
A verdadeira formação acontece quando a verdade caminha junto com a caridade.
Um olhar atento, uma escuta sincera, um silêncio prudente ou uma correção feita com amor podem marcar uma vida muito mais do que grandes discursos.
Quem forma pessoas precisa lembrar sempre: antes de serem formandos, são filhos de Deus, com histórias, lutas e fragilidades.
CONVERSAS NECESSÁRIAS
Existe um ponto em que a nossa liderança Precisa crescer de forma rápida e necessário, na vivência da Fraternidade os nossos estatutos Nos ensina o que devemos Sempre desenvolver sincero estima, o trato gentil e a correção fraterna.
Na correção fraterna, na minha Observação Enquanto Responsável local pela missão da sede, se mostra o ponto Com mais oportunidade de nos desenvolver.
Para isso se faz necessário Aprender a ter conversas Necessárias Com os irmãos que fazem parte da engrenagem da evangelização Carisma rainha da Paz. Não estou a falar de confrontar os irmãos, mas de acordo com a função que me foi confiada por Deus através das autoridades da comunidade, sou responsável em acompanhar o andamento e ajudar as pessoas aos quais me foram confiados caminhar naquilo que é a vontade de Deus de ser ido pelas autoridades da comunidade.
Responsável local da sede Não acompanha Assessoria apostólica na sua função de ser Grande animadora da evangelização do carisma, Pode acontecer Que que a mesma Não faça isso com os coordenadores Dos ministérios, por outro lado pode ser que os coordenadores ministério não façam isso com o seu núcleo, e pode ser ainda que o núcleo o ministério não faça isso com seus membros.
Quando essa cascata não funciona a evangelização Não acontece Com Deveria Acontecer. Pela graça de Deus hoje tempos tudo muito bem definido, re imitado, Escrito sobre o que somos e o que devemos fazer. O nosso desafio é fazer essa engrenagem Acontecer. O primeiro passo é o exercício da maternidade espiritual na sua face de pastoreio.
Se as pessoas que faltaram hoje Essa reunião, onde deveria estar Liderança da comunidade, se essas pessoas Não fui notificados Sobre a importância da presença dela nessa reunião, e que não há nenhum compromisso ministerial Que seja mais importante do que está Rezando junto e sendo orientado sobre como deve ser feito os exercício de evangelização do carisma através das autoridades constituídos para isso que é assessoria apostólica
Não basta servir, se faz necessário servir do jeito certo e com a identidade certa Somos mães Que antes de maternidade Descobrimos a graça que é de ser filho Filho amado de Deus.
Tem uma frase na nossa fundadora no retiro dos responsáveis locais que me fez entender um pouco mais o espírito da coisa:
*"Não é suficiente seguir as regras. É preciso ver o que está dentro do coração."*
(A frase da minha formação que fiquei devendo a vocês)
E como podemos ver o que está dentro do coração se não tivermos proximidade, intimidade, acompanhamento, Pastoreio.
Os processos sempre serão importantes para o bom funcionamento de qualquer instituição, porém mais importante do que o processo são as pessoas! Os membros da comunidade Rainha da Paz são especialistas em cuidar de pessoas